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Atrás do tempo vem tempo

Há dois anos este Governo não tinha como chegar a este Natal. No dia 1 de abril deste ano, a ideia de Centeno presidir ao Eurogrupo só podia ser mentira (o Expresso foi bastante atacado por isso); há seis meses, o PCP não iria fazer greves e menos ainda ameaçar o futuro da Autoeuropa; antes de junho, António Costa era tido como quase infalível e Passos Coelho nunca abandonaria o PSD sem dar luta. A lista podia continuar, porque, uns nuns casos e outros noutros, todos falhámos as previsões.

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