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Marcelo, o pai de Portugal

Alguém que tenha lidado com crianças, sobretudo se forem irmãos, já terá visto a cena: se algo fica bem feito, um deles puxa a si os méritos; o outro não se fica e reivindica para si o feito. Inicia-se a discussão, que pode em casos mais extremos envolver uns pontapés e bofetadas, até que o pai ou alguém mais velho e sensato chega e determina que a boa obra foi feita pelos dois; que a cooperação é uma coisa boa, melhor do que a competição selvagem. E assim, ainda que possa subsistir algum desconforto por parte de um deles, o bom senso restabelece-se.

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