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Grego, latim, Lourenço

Anda muita gente preocupada com a nossa língua, porque já se sabe que a nossa pátria é a língua portuguesa, porque hoje em dia todos somos pessoanos e temos um regato na nossa aldeia que é melhor do que um piano; anda muita gente preocupada com a transcrição da língua, que é a ortografia, sem distinguir a fonética da etimologia; enfim, anda meio mundo a chamar nomes ao outro meio, sem que alguém se preocupe com o que Eça referiu como a base, a basezinha (“Deve-se começar pelo latinzinho, deve-se começar por lá... É a base, é a basezinha”, dizia o abade Custódio em “Os Maias”). Sim, o Latim. E, já agora, o Grego.

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