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Ontens, amanhãs 
e hojes

Há um lugar mítico para a direita, que é o passado. Antes, as coisas eram melhores, as pessoas mais puras, as relações mais claras. Havia segurança, cada qual sabia o seu lugar. E havia apreço e consideração. As escolas ensinavam, os filhos obedeciam aos pais e os velhos eram venerados. Sabia-se estar. Como escreveu Alexandre O’Neill, esse iconoclasta, “Neste país em diminutivo, respeitinho é que é preciso”.

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