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Guterres e a razão do género

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A entrada de rompante, e quase a pés juntos, da candidata de Merkel (dizem), a secretária-geral da ONU, Kristalina Giorgieva, caiu bastante mal em muitos círculos diplomáticos e, em especial, entre os portugueses. E, no entanto, ela vem satisfazer um requisito com o qual tanta gente (excluo-me desse número) concorda e acha essencial: a questão da paridade e do género. O género tornou-se, aliás, uma quase ideologia, envolvendo não só homens e mulheres, como lésbicas, homossexuais, bissexuais, transgéneros, intersexuais e (como cantava o Sérgio Godinho) “perdoem-me as pessoas que ficaram esquecidas”.

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