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Amanhãs que já não cantam

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Nos tempos em que os casamentos eram para a saúde e a doença, quando os acordos eram para os bons e os maus tempos, quando os contratos se selavam com um aperto de mão, havia amanhãs sempre a cantar. Não só os ‘amanhãs’ comunistas, de uma ‘terra sem amos’, como os ‘amanhãs’ fraternos e solidários das famílias políticas que tinham saído vitoriosas da guerra e da construção europeia — a social-democracia e o personalismo cristão.

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