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Expresso

Enredados pela política

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Confesso que nunca percebi inteiramente um paradoxo: o que leva, salvo raras e honrosas exceções, uma pessoa normal a agir de forma estranha pouco tempo depois de ter abraçado a carreira política? Não me refiro àqueles que andam na lide desde pequenos, como Passos Coelho ou António Costa, ou a outros que andarão por motivos que nem nobres são e que me dispenso de citar. Falo de seres absolutamente normais, simpáticos, moderados, sensatos, que, uma vez na política, abrem o velho e grande livro da demagogia para dele extraírem conceitos e frases que, por vezes, nem os profissionais ousariam.

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