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Expresso

Os tios, o Sobrinho e o Sporting

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Há o presidente de um grande clube de Lisboa e de Portugal; há um investidor angolano, investigado por negócios poucos claros e há, eventualmente, um ditador da Guiné Equatorial; por último há milhões de euros que, de repente, aparecem num clube com dificuldades. Ao que parece, o Sporting Clube de Portugal foi tomado por uma estratégia populista e traiçoeira — despede quem lhe deu um título e bate um salário ultramilionário para o treinador do maior rival. Pode haver quem ache genial e que isto é o fim do ‘clube dos tios’, mas eu que levo décadas (cerca de cinco) de sócio fico envergonhado. Como eu, muitos outros adeptos também estão.

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