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Expresso

Daniel Oliveira

Pela boca se morre

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Daniel Oliveira

O diretor-adjunto do "Jornal de Negócios" escreveu que "o primeiro-ministro tem de ter consciência de que dele não se aceita que seja menos do que perfeito". A frase é pouco lógica e um tanto totalitária. Torna a escolha dos nossos representantes virtualmente impossível e garante a frustração crónica dos cidadãos. Mas parece bater certo com a realidade quando se começam a noticiar execuções fiscais. O que preocupa não é a recomendável vigilância dos eleitos. É quando a corrupção, a fraude e o desleixo se começam a equivaler moralmente. É tudo criticável, não é tudo a mesma coisa e nem tudo tem as mesmas consequências.

 

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