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O incendiário

BE e PCP sabiam que o acordo com o PS dependia da aceitação das metas orçamentais de Bruxelas. Mostrando responsabilidade, prescindiram de muitas das suas propostas para atingir um défice de 1,6% no Orçamento do Estado de 2017. Se se pode falar de uma surpresa com o desempenho da economia no final de 2016, o mesmo não aconteceu em 2017. O défice de 0,9%, em vez dos projetados 1,6%, não foi um engano. Mário Centeno fez então o que voltou a fazer no OE para 2018: mentiu a aliados e ministros, com previsões aparentemente “conservadoras”. Mostrando que não se tratou de um equívoco, o défice orçamentado para 2018, que devia ser de 1,1%, já está nos 0,7% e há quem acredite que será de 0,5%. Ao mesmo tempo que somos confrontados com o caos nas urgências e quimioterapias feita em corredores de hospitais.

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