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Um abraço do urso

Diz-se que foi Vítor Constâncio quem soprou o nome de Mário Centeno ao ouvido de António Costa. A sua carreira no Banco de Portugal, onde o antigo governador o conheceu bem, dava garantias aos eurocratas. Falavam a mesma língua, o que acabou por se revelar importante quando aqui se tinha um governo apoiado por eurocéticos. A reposição de rendimentos e direitos, o aumento do salário mínimo e o fim da austeridade não são obra de Centeno. Ele não é primeiro-ministro. Do seu lado veio o travão que Bruxelas queria e as cativações que subverteram orçamentos negociados. Centeno não é o principal responsável pelo que aconteceu à economia e ao emprego, é o principal responsável pelo défice. Podia até haver uma relação entre as duas coisas, mas um superavit primário de 3% não ajuda a economia, prejudica-a.

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