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E tudo muda

Os novos ciclos políticos são como os dias históricos: devem ser anunciados em diferido. Mas a saída de Passos Coelho deverá dar início ao ciclo que normalmente começa no dia seguinte a eleições legislativas, quando o maior partido da oposição afasta o líder derrotado. Acontece que Passos não foi derrotado há dois anos. Por isso ficou, tendo atrás de si um passado cinzento e à sua frente, se o diabo não viesse em seu socorro, nenhum futuro. O povo não gosta de sentir que o sucesso de um líder depende da sua desgraça. Não sabemos que ciclo começa na oposição. Poderia ser o da sucessão de lideranças fracas, com Luís Montenegro ou Paulo Rangel, como o PSD viveu na era Sócrates e o PS na era de Cavaco, mas será uma mudança de página, com Santana Lopes ou Rui Rio.

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