Siga-nos

Perfil

Expresso

A União de Dijsselbloem

Toda a conversa que Jeroen Dijsselbloem tinha preparado sobre solidariedade e responsabilidade faria os incautos acreditarem que dizia coisas razoáveis. Que incluiriam, por exemplo, o cumprimento dos limites ao excedente comercial alemão. Felizmente, clarificou o preconceito que lhe ia no espírito. Não há nada que Dijsselbloem tenha dito que o holandês, finlandês, belga ou alemão médio não pense: os povos do sul são preguiçosos, desorganizados e corruptos. Mas ficar por aqui é pouco. O preconceito é causa mas também é consequência de uma determinada leitura da crise.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)