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Mau nos dribles

Nem sempre, mas o que corre mal na comunicação social costuma ter alguma relação com a realidade. É o caso da novela da administração da Caixa: houve meias-verdades, meias-mentiras e, ao que parece, compromissos informais nunca assumidos. Se Mário Centeno não mentiu, enganou. Cairia se não fosse o resto da realidade: o défice mais baixo desde o 25 de Abril e, no último trimestre do ano passado, o melhor crescimento desde 2013. Isto, além de andar a limpar o lixo bancário que a troika e Albuquerque varreram para debaixo do tapete para garantir a saída limpa. Uma mentira bem mais dispendiosa. Neste contexto, era impensável demitir o ministro das Finanças. Os resultados económicos e financeiros não são mais reais do que os disparates na Caixa. Mas são mais relevantes.

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