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Apesar 
da dor

Procuro nas imagens que nos chegam os lugares que conheci numa das mais belas cidades do mundo, há mais de 4000 anos habitada, e hoje pouco mais do que ruínas e ferro retorcido. Mas não me deixo toldar pela dor. Porque, tal como avisa Robert Fisk, jornalista veterano do “Independent”, há mais do que uma verdade na terrível história de Alepo. É fácil manipular a dor das “opiniões púbicas” com imagens terríveis e apagar as imagens terríveis quando a dor das “opiniões públicas” pode ser um problema. No cerco a Mossul, onde o exército iraquiano e os curdos, com a ajuda dos norte-americanos, conquistam, como têm de conquistar urgentemente, a cidade ao Daesh, as vítimas civis sitiadas não têm rosto nem morte. Em Alepo têm.

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