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Em queda livre

Como sabe qualquer amante de ficção científica, grupo de adictos ao qual pertenço, ela não trata de prever o futuro. Dedica-se às angústias do presente. Por isso é absurdo invocar “1984” num tempo em que o Estado se esvazia, sabendo que Orwell o escreveu em 1948, no momento de maior pujança do estalinismo. Assim como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, nos falava do desenvolvimento científico e da industrialização, quando o fordismo se impunha como método de produção em massa. A boa ficção científica não faz premonições, dá um retrato ansioso e quase sempre pessimista do presente. Sabendo que só o deslumbrado com o futuro é mais tolo do que o saudosista do passado.

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