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Tanto barulho porquê?

Parece estranho que contratos de associação com 79 colégios, que não representam mais de três por cento do sector privado, tenham provocado um debate tão violento. O subsídio público não deixa espaço para a inquebrantável fé das carmelitas do liberalismo puro, o facto de ser o Estado a escolher com quem contrata não dá argumentos aos khmers da “liberdade de escolha”. O que se passou que justifique tamanho reboliço? Por um lado, a rede clientelar do costume, que neste caso envolve autarcas, empresários especializados em mesadas públicas e a parte da Igreja que prefere educar um rebanho seleto a sujar a sotaina na lama da pobreza, começou a pressionar o poder político.

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