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Expresso

Roubo mas faço

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Roubo mas faço” não foi um cartaz do PT nem é recente. Foi um slogan do governador e perfeito de São Paulo Adhemar de Barros, nos final dos anos 50, que acabou por se colar a uma figura histórica da direita brasileira, Paulo Maluf, que ocupou os mesmos cargos nos anos 80 e 90. Considerado pelos paulistas como o melhor perfeito de sempre, até teve direito a um verbo para si: “malufar”, que é como quem diz roubar dinheiros públicos. A corrupção é coisa antiga no Brasil e nem sempre foi razão para impopularidade. A diferença é que o PT prometeu devolver o poder ao povo. E isso também passa por combater a corrupção. O brutal crescimento económico e a melhor distribuição de riqueza que marcaram a primeira década de poder “petista”, não criaram apenas uma nova classe média. Fizeram nascer uma nova elite que, na sombra de um PT com cada vez mais oportunistas nas suas fileiras, foi enriquecendo. A corrupção aumentou no Brasil?

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