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Expresso

Ascensão e queda

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Sempre que um político nos quer animar recorda as nossas grandezas passadas. Na tomada de posse, Marcelo Rebelo de Sousa ficou algures entre os “Heróis do Mar” e os “Da Vinci”. Ver naquela banalidade um “discurso extraordinário” é um gesto de boa vontade. Mas todos estão disponíveis a tirar de Marcelo o melhor que ele tem. Além da simpatia, da proximidade às pessoas e do estilo morno que este tempo aconselha a um Presidente, a grande qualidade de Marcelo é que cada vez que fala e se move todos se apercebem que já não está lá Cavaco.

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