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Messe de oficiais

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Vendo a sua campanha a afundar num mar de incongruências políticas, Maria de Belém sente-se injustiçada pelo seu próprio partido. Explica aos eleitores que ela é que é do PS. Ela é que andou a apoiar secretários-gerais. A indignação é sincera. A ideia de que ser militante de um partido dá privilégio de candidatura a um cargo no Estado, mesmo que seja o de Presidente, está enraizada. Só que as coisas acabaram por correr de forma diferente.

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