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Expresso

Apagar fogos

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Mário Centeno tentou que a CGD absorvesse o Banif, solução que seguramente teria menos custos para os contribuintes. A Europa não deixou porque a Caixa recebeu dinheiro do Estado e enquanto não o devolver não pode fazer aquisições. Quando, em dezembro de 2012, o Estado meteu 700 milhões no Banif a ajuda ao banco público ainda não tinha acontecido e essa absorção teria sido possível e preferível. Meter dinheiro público no Banif foi o primeiro erro. Depois, sabendo-se que a situação se estava a deteriorar, prolongou-se o coma para garantir uma saída que só foi limpa porque o lixo foi varrido para debaixo do tapete. Sabemos que isso foi feito com a cumplicidade da Comissão Europeia. Mesmo depois disso o Governo continuou a adiar uma solução, deixando ultrapassar todos os prazos, para que nada acontecesse antes das eleições. Agora é tarde demais.

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