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Expresso

Ação, reação

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Até à crise irrevogável, poucos acreditavam que o governo de Passos Coelho duraria quatro anos. Muito menos depois das manifestações de 15 de setembro de 2012. E durou. É por isso avisado não declarar vida curta ao novo governo. O mais que podemos fazer é sinalizar as curvas apertadas. E mesmo assim não sabemos de imponderáveis internos: o Banif, o buraco do Novo Banco, as surpresas que Centeno vai encontrar nas caves do Ministério das Finanças. Tudo isto pode obrigar a novas e difíceis negociações com o BE e com o PCP. E culpar o governo anterior, por mais justo que seja, servirá de pouco.

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