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Expresso

Apagar 
a memória

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Todo o discurso de Passos Coelho se baseou na mesma ideia: “Libertámo-nos da ditadura financeira e dos números. Agora que a economia e as finanças estão em ordem podemos voltar a dar plena dignidade à política, para fazer as escolhas que são necessárias.” Como raio pode um país com 130% do PIB em dívida pública e totalmente indisponível para a renegociar esquecer a ditadura dos números? Como pode um país, que quer cumprir um tratado orçamental sufocante, fazer escolhas livremente? Mas, nesta campanha, foi mesmo possível passar a ideia de que vivemos apenas um intervalo.

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