Siga-nos

Perfil

Expresso

O elefante na sala

  • 333

Em 2009, os grupos financeiros iam ser postos na ordem. Depois de anos de bebedeira em Wall Street, o mundo tinha aprendido a lição. Mas o efeito Lehman Brothers não foi ignorado. Em pânico, os Estados atiraram milhares de milhões para salvar bancos em falência. Os homens de mão dos grupos financeiros reforçaram as suas posições nas instituições europeias e nos Ministérios das Finanças de vários países europeus. Pouco a pouco, o discurso foi-se refazendo. Já ninguém queria saber da desregulação financeira. A consequência passou a ser a causa. O problema era a dívida pública que a crise financeira engordara. Agora, era preciso ajudar aqueles que estariam atrasados nas “reformas estruturais” a emagrecer o Estado, responsável por todas as nossas tragédias.


Para continuar a ler o artigo, clique AQUI