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Expresso

Tornar natural

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A privatização da energia deixou o país refém da EDP. A da PT fez com que perdêssemos uma das principais empresas nacionais. A dos CTT tirou ao Estado o controlo de um serviço público e privou-o de milhões de lucro anuais. A da TAP limitará a capacidade de o Estado, que já perdeu quase todos os instrumentos de intervenção económica, definir políticas para a principal atividade exportadora do país. A da ANA correspondeu, quase imediatamente, à triplicação das tarifas nos nossos aeroportos. A das águas tirará ao Estado o controlo de um recurso fundamental, preparando uma situação ainda mais dramática para os cidadãos do que aquela que já se vive com a eletricidade. Todas estas privatizações, com um enorme impacto para o país, foram, são e serão irreversíveis. E, no entanto, se a maioria dos deputados não exigir ter intervenção no processo, dependem de uma simples decisão do Conselho de Ministros. 

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