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Expresso

A 
informalidade

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Felizmente para o homem espancado em Guimarães existiam câmaras de jornalistas, era um jogo de futebol e a vítima era um pai e empresário branco e de classe média. Fosse outro o contexto, outro o perfil do agredido e não houvesse registo e ninguém daria qualquer valor às suas queixas. Porque, em Portugal, pôr em causa a autoridade é visto como sinal de laxismo e não de exigência. Mas isto não é um combate entre polícias e adeptos, em que avaliamos quem se portou pior. É um debate sobre como a polícia lida com a insegurança sem se tornar, ela própria, fator acrescido de insegurança.

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