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Expresso

Adolescência viral

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Em Chaves, uns empurrões entre crianças e adolescentes institucionalizados criaram um equívoco que, apesar do esforço da instituição para resolver tudo de forma responsável, não impediu certezas baseadas em aparências. Depois, bastou uma confissão de abuso sexual, conseguida pela polícia, diz o réu, então com 16 anos, à custa de métodos menos ortodoxos, para prender um miúdo. De nada valeu a perita, que ouviu as alegadas vítimas, as alegadas testemunhas e o alegado abusador, fazer um relatório em que se informava que nada acontecera. Nem que todos os envolvidos tenham garantido o mesmo. Uma juíza, baseada na tal confissão, decidiu, repetidamente, não recuar na prisão preventiva. Esta semana, depois de um ano passado no cárcere, Leandro, vítima das aparências, foi finalmente inocentado e libertado. Estivesse nas mãos do julgamento popular e o seu destino estaria selado.

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