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Estávamos em 1993. Perante o que já então se me afigurava um exagero, com consequências graves, defendi em público a necessidade de algum tipo de intervenção sobre o crédito ao consumo, tendente a moderá-lo. Telefonou-me, de imediato, o então candidato a primeiro-ministro, a quem eu servia como desajeitado porta-voz: “Você quer mesmo que eu perca as eleições...”

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