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O vótimo

Em 2012, a repórter de guerra Marie Colvin, uma americana que vivia em Londres e trabalhava para o “Sunday Times”, foi assassinada pelo regime sírio. Marie encontrava-se em Homs, num centro de media improvisado, quando os mísseis de Assad a apanharam e ao fotojornalista francês Rémy Ochlik. Os dois corpos ficaram dias enterrados na poeira e nos escombros. O regime sírio nunca negou o facto e, numa entrevista posterior, Assad disse que ela estava acompanhada por terroristas e que sabia ao que ia. É uma frase reveladora do apreço que os sírios têm pelo jornalismo independente. Além de Colvin, que sobreviveu a muitas guerras, incluindo a da Tchetchénia, e ganhou diversos prémios e elogios pela sua coragem, e de Ochlik, o regime parece ter sequestrado em 2012 o americano Austin Tice, cujo paradeiro continua desconhecido.

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