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Vamos morrer por causa disto

No Twitter, um imbecil gaba-se de ser responsável pela fissura entre o Qatar e os estados árabes, enquanto o FBI investiga a interferência de hackers russos nas falsas notícias que aceleraram o corte de relações. Entrámos na hiper-realidade. De todas as consequências da Administração Trump, que pode ser Trump mas não é Administração, as do Médio Oriente são as mais perigosas. Eis o primeiro resultado da viagem inaugural à Arábia Saudita e da venda maciça de armamento que retornou à Casa de Saud um poder militar depauperado pela influência iraniana no Iraque, onde os xiitas conquistaram poder, e pela influência do Qatar, que conseguiu com a Al-Jazeera e os cofres cheios comprar meio mundo, desde o futebol a milícias dispersas pela terra de ninguém. A desestabilização no Irão e os ataques terroristas ao mausoléu de Khomeini e ao Parlamento de Teerão têm um nexo de causalidade. Nas suas implicações, são o maior risco a seguir à decisão de Assad de reprimir pela violência absurda uma tímida rebelião.

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