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A explosão da noite

Uma explosão. E depois outra. Numa capital europeia às três da manhã, num pequeno hotel do centro, mais o género ersatz design italiano (quer dizer, ninguém sabe como apagar e acender as luzes ou controlar o ar condicionado e a TV) do que do género grande cadeia americana, ouvem-se as explosões entrar pelo sono e não se presta atenção. Um olho entreabre-se. Bater com as portas? Que diabo... Ouve-se um pandemónio. Batidas violentas nos quartos, passos no corredor, vozes, definitivamente, penso com indiferença, uma festa de bêbados de discoteca. Vou gritar com eles.

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