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Age of stupid

Ae ao menos largássemos o telemóvel para considerar a idade estúpida em que vivemos, rodeados de sofisticada tecnologia e entregues às baixas paixões que julgávamos enterradas com as ossadas do século XX. Se ao menos largássemos o Facebook para deixar de ler os elogios de amigos desconhecidos às selfies que prolongam a mediania até a converter em mérito graças à longevidade da rede. Se ao menos lêssemos um poema duro, um livro difícil, um romance clássico ou um ensaio que nos estimulasse o crânio. Se ao menos ouvíssemos um bocado de Shakespeare. Se puséssemos a girar os quartetos de Beethoven ou a água cristalina de Bach. Se contemplássemos uma catedral gótica. A face de um Cristo de madeira.

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