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Making bridges

A fábrica do futuro terá apenas dois empregados, um homem e um cão. 
O homem estará lá para dar de comer 
ao cão e o cão para impedir o homem 
de mexer no equipamento
Warren Bennis, consultor de gestão

Deixem-me fazer o papel de “disruptor”. O único papel do futuro digital será este, disruptor. Para que serve um disruptor? Ninguém sabe. A intuição vaga das pessoas diz-lhes que deve ser alguém que rompe com o que está. Venha a disrupção utópica. A globalização suscitou igual entusiasmo.

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