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A exceção americana

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De verão, chegar a uma cidade estrangeira familiar é como encontrar um amigo numa rua de um país longe. Ouve-se música. De inverno, a luz morre e ouve-se o silêncio. A cidade parece apagada, escura e estranha, como se não nos reconhecesse. Na espera da bagagem, as pessoas trocam olhares desconfiados. Nos balcões da fronteira, ninguém fala. Não se pode puxar do telemóvel, estamos em território norte-americano. Somos inspecionados, medidos, são-nos retiradas as impressões digitais, as câmaras olham para nós, retire os óculos, retire o cachecol, olhe em frente, o que vem aqui fazer? Quando é que se vai embora? A segunda pergunta é a pergunta fundamental e fundamentalista.

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