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Nós por cá todos bem

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Por mais tempo que uma pessoa passe fora deste país, regressa e está tudo na mesma. A discussão política podia resumir-se a um interminável argumento em torno do chamado “papel do Estado”. Num Estado sem papel. Mais dinheiro para o Estado, menos dinheiro para o Estado, o Estado gastou mais, o Estado gastou menos, o Estado precisa de gastar mais, o Estado precisa de gastar menos. Vamos aumentar os funcionários do Estado, repor as pensões e subvenções do Estado, o Estado é oneroso, o Estado é fundamental, mais Estado, menos Estado, e por aí fora. Este é o estado das coisas.

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