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A religião e os gays

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Foi um ataque terrorista. Foi um ataque contra os homossexuais. Foi um ataque facilitado pelas leis laxistas que regulam a compra de armas de guerra. Foi todas estas coisas e nenhuma em particular. E foi um crime perpetrado, segundo os psiquiatras e psicólogos e peritos, por uma pessoa perturbada. E o terrorista e assassino era um descendente de afegãos e um muçulmano praticante que frequentava a mesquita. Camuflar ou censurar cada uma destas características, que deram uma mistura explosiva, é sobrepor à tentativa da explicação da irracionalidade deste crime para o cidadão comum uma agenda política, multicultural ou sectorial.

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