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O homem deles em Lisboa

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Foi com alguma trepidação e discreto júbilo que comecei a ler notícias sobre a nossa toupeira que vendia segredos aos russos. Um espião português que pela primeira vez se comporta, verdadeiramente, como um espião. De nome Carvalhão. É de celebrar. Os outros, a começar pelo chefe Carvalho, limitavam-se a enviar SMS a ministros amigos e conhecidos e parece que a enfiar uns funcionários ditos de espionagem em empresas portuguesas para poderem espiar para outras empresas. Portuguesas. A nossa tradição na espionagem não é brilhante nem titilante.

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