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Os corretos

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Não há nada que me canse mais do que a discurseta politicamente correta (sim, acabo de inventar a palavra discurseta, algum problema?). Não se pode dizer nada fora da norma inventada pelos hipócritas deste mundo. Na rede e nos seus acessórios do insulto, da ofensa e da indignação, pode dizer-se tudo, pode matar-se com palavras, mentiras e calúnias. Fora daquele reduto de selvajaria, temos de ser todos, particularmente nós os que escrevemos, bem educados e ocultadores da verdade e do vernáculo. Os corretos corrigem-nos o tempo todo. Não existem velhos, não existem cegos, não existem doidos, coxos, bêbados, não existem tarados sexuais, nem maníacos, nem corruptos. Não existem grupos bons nem grupos maus.

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