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Expresso

A ficção grega

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Gatsby acreditava na luz verde, o futuro orgiástico que ano após ano encolhe em frente de nós. Escapou-nos uma vez, mas isso não importa — amanhã correremos mais rápidos, esticaremos os braços mais longe... E uma bela manhã — E persistimos, barcos contra a corrente, arrastados sem paragem para o passado.” Esta frase fecha o livro de F. Scott Fitzgerald “O Grande Gatsby”. No tempo do triunfo absoluto do dinheiro.


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