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Expresso

"House of Cards"

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E quando o poder parecia ter fugido das palavras, veio a televisão resgatá-las. Cesse por instantes o lamento pela destituição da palavra escrita e da palavra literária. Mesmo que ninguém leia Shakespeare e Homero, os monstros sobrevivem na escrita de séries americanas de televisão. Passei semanas a ver os episódios seguidos de “House of Cards” que tinha visto de raspão e sem sequência. Em doses homeopáticas, a série não é tão apreciada. A construção dramática e as palavras, na sua formulação de linguagem teatral, ganham um peso na continuidade que não têm na fragmentação, onde estamos preocupados com a intriga e a finalidade. 

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