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O Governo de expectativas ioiô

O Governo entrou em funções em novembro de 2015 com expectativas baixíssimas. Pedro Passos Coelho não acreditava que durasse mais de seis meses. A Comissão Europeia desconfiava que cumprisse os compromissos europeu. Os analistas consideravam que os investidores iriam fugir, a economia iria agonizar e o desemprego voltaria a disparar. Regressaria o despesismo e a falta de controlo das contas públicas. Ninguém contou com três aspetos:

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