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O Banco CTT: pouca coisa bate certo

O Governo PSD/CDS decidiu privatizar os CTT não porque dessem prejuízos (davam bons lucros) ou por causa do quadro europeu (em 2013, 80% dos correios na UE a 28 eram públicos) ou porque os privados fossem mais competentes (se a missão dos correios for entregar cartas e encomendas, não há nenhum privado que disponha de uma rede melhor). Ou seja, as razões para a venda dos CTT foram sobretudo ideológicas. Mais nada justifica um negócio tão estúpido para o Estado e para os utilizadores dos CTT. Com efeito, os primeiros prejudicados pela privatização têm sido os clientes tradicionais dos CTT, sobretudo as pessoas idosas que se deslocam aos seus balcões para receber pensões ou enviar/levantar encomendas. Desde 2015, quando a empresa foi privatizada, fecharam 133 estações de correios e 90 postos de correios, foi reduzido em 1018 o número de trabalhadores e deixou de haver distribuição diária de correio.

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