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Dívida externa: a Europa está a mover-se

O Governo prepara-se para devolver antecipadamente €6,5 mil milhões ao FMI em 2018 e mais 700 milhões em 2019. Dos 26 mil milhões que o Fundo emprestou a Portugal no quadro de pedido de ajuda internacional, Portugal já reembolsou 4,5 mil milhões. Percebe-se a estratégia: dos 78 mil milhões que a troika nos concedeu, a taxa de juro do empréstimo do FMI é mais elevada do que os empréstimos europeus — além de que o Fundo é inflexível em matéria de prazos e taxas. Liquidar este empréstimo é, pois, fundamental, para aliviar um pouco os €8400 milhões de encargos anuais com o serviço da dívida suportados pelo Orçamento do Estado. Quanto à parte do empréstimo concedido por países e entidades públicas europeias, o Governo aposta na hipótese de virem boas notícias da União. Tem feito por isso. E tem razões para acreditar.

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