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Ele é mais pró parvo, o BCE é outra coisa

Jeroen Dijsselbloem é o moço de recados de Wolfgang Schäuble. O ministro holandês das Finanças é o cão de guarda do ministro alemão das Finanças. O que ele disse sobre os países do sul da Europa — “não se pode gastar o dinheiro todo em copos e mulheres e depois pedir ajuda” — poderia reduzir-se a um momento infeliz ou à histérica parvoíce da própria personagem. Mas é muito mais do que isso. Com efeito, a criatura escolheu um jornal alemão, o “Frankfurter Allgemeine Zeitung”, para dizer o que disse, porque sabe que é isso que pensa — mas não diz — o seu patrono. E disse-o para fazer prova de existência após a copiosa derrota do seu partido nas eleições holandesas.

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