Siga-nos

Perfil

Expresso

O sarilho no Novo Banco tem um nome

Dois anos, cinco meses e quatro dias após a decisão do governador do Banco de Portugal de proceder à resolução do Banco Espírito Santo, ocorrida a 3 de agosto de 2014, eis-nos chegados a um ponto em que se constata, com uma crueza brutal, que a estratégia seguida por Carlos Costa fracassou em toda a linha. Fracassou, desde logo, quando aceitou ser a cara da resolução do BES, sob pressão de Bruxelas. Carlos Costa podia e devia ter-se batido contra essa pressão, até porque já tinha afastado as famílias Espírito Santo e Salgado da direção da instituição e tinha escolhido um nome da sua estrita confiança, Vítor Bento, para recuperar o banco. Não o fez, porque não tem peso, nem estatuto, nem coragem para o fazer.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)