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O bar está aberto. Quem o fecha?

Surpresa: afinal o crescimento da economia portuguesa está mesmo a ser sustentado pela procura interna, de acordo com o modelo gizado no programa eleitoral do PS. O INE já o tinha assinalado na semana passada, sublinhando que a subida da procura interna ultrapassa nos primeiros nove meses do ano o contributo das exportações líquidas (do investimento nem vale a pena falar). E dados do Eurostat vêm agora confirmar esta tendência, revelando que o crescimento da despesa em bens duradouros de janeiro a setembro de 2016 foi de 8,5%, o quarto maior acréscimo na União Europeia, após a Polónia, Eslovénia e França. São cerca de €8 mil milhões aplicados pelas famílias portuguesas na compra de “veículos, mobiliário ou equipamentos elétricos” — e, destes três itens, apenas parte do mobiliário e de alguns equipamentos elétricos são produzidos em Portugal, o resto é tudo importado.

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