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Portugal dispõe hoje da geração mais bem preparada de sempre na sua história. Em 2004, Portugal tinha um dos mais baixos índices de doutoramentos (8,5) por 100 mil habitantes na União Europeia. Em 2014, esse valor passou para 38,5 e na UE só estamos atrás da Eslovénia (48,6), Eslováquia (40,3) e Reino Unido (38,7). A Fundação para a Ciência e Tecnologia chegou a conceder 2030 bolsas para doutoramento em 2007. Ora, porque é que este exponencial aumento de qualidade dos recursos humanos nacionais não se traduz em resultados concretos no desempenho da economia portuguesa?

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