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Expresso

Algo de novo no investimento

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Uma das pedras de toque do ajustamento era o regresso em força do investimento estrangeiro que pudesse mudar o perfil da economia portuguesa, com novas atividades exportadoras, baseadas na inovação e na competitividade. Entre 2011 e 2013 nada disso se verificou. A quebra no investimento foi brutal, atingindo os 40%. E o investimento que apareceu, quase todo extracomunitário, apostou sobretudo na compra de grandes empresas já existentes (PT, EDP, REN, Cimpor, Efacec, BESI, Luz Saúde, Fidelidade, etc.) e não em novas empresas que pudessem ser estruturantes para o tecido produtivo nacional, como foram os investimentos nos anos 80/90 da Renault e da Ford/Volkswagen para o nascimento da indústria nacional de componentes para automóveis ou o da Embraer já neste século para o aparecimento de um cluster nacional virado para a industria aeronáutica.

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