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Expresso

BdP: a legalidade e a falta de bom senso

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O primeiro-ministro e a ministra das Finanças convidaram o governador do Banco de Portugal para renovar o seu mandato por cinco anos. Estão no seu pleníssimo direito. Mas nem tudo o que é legal prima pelo bom senso. E esta é manifestamente uma dessas situações. Não está em causa a idoneidade, a verticalidade, a probidade ou a competência técnica de Carlos Costa. Não está em causa o respeito que os banqueiros lhe têm ou o desejo para que continue. O que está em causa é o bom senso. Ou melhor, a falta de senso que esta decisão demonstra. Na verdade, o convite não devia ter sido feito. E tendo sido feito, não deveria ter sido aceite.


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