Siga-nos

Perfil

Expresso

Comendador Marques de Correia - Cartas Abertas

Este é o outono do nosso descontentamento - uma estranha e inédita história de plágio

Onde o nosso Comendador, sabe-se lá como, desenterra uma série de poemas (ou uma peça de teatro) de autor português inédito que provam ser algumas peças de Shakespeare mera cópia dessas obras.

Comendador Marques de Correia (www.expresso.pt)

 Nas minhas deambulações (porque eu deambulo) por Warwickshire dei comigo junto às margens do Avon, precisamente em Stratford-upon-Avon, onde as paredes impecavelmente brancas das casas são rasgadas por barras de madeira forte e escura, quando por mero acidente deparei com um conjunto de papéis que espreitavam, amarrotados, da terra amanhada de um jardim público. Por ser Stratford a terra de William Shakespeare, supus ser aquela papelada qualquer reminiscência do seu engenho, mas ao olhá-la de mais perto tive uma surpresa: as folhas estavam escritas em português - é certo que não seguiam o Acordo Ortográfico, mas era indubitavelmente português. Mais tarde, uma pesquisa com Carbono 14 revelou que a tinta usada datava de 1566, quando o pequeno William não tinha mais de dois anos.

Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro